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	<title>Chris Bicalho - A new way of looking at travel</title>
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		<title>GIRA MUNDO</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Já faz tempo que o céu deixou de ser limite para os afortunados desse mundo – não falo de dinheiro, mas de tempo livre. Essa sim a maior fortuna da primeira década do novo século. Pois bem, para quem tem um mês inteiramente free na agenda, sem ônus na vida profissional e pessoal (30 dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1853" href="http://www.chrisbicalho.com.br/gira-mundo/tibet2/"><img class="size-large wp-image-1853 aligncenter" title="tibet2" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/tibet2-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Já faz tempo que o céu deixou de ser limite para os afortunados desse mundo – não falo de dinheiro, mas de tempo livre. Essa sim a maior fortuna da primeira década do novo século. Pois bem, para quem tem um mês inteiramente free na agenda, sem ônus na vida profissional e pessoal (30 dias longe dos filhos e do marido é assinar atestado de desvairada, não é?), eis aqui a viagem dos sonhos. Mais que dar a volta ao mundo – it’s soooo 80’s –, o roteiro que vos canto atravessa lugares que não estão no mapa de qualquer agência, não. Com vocês, as chamadas &#8220;lost cities&#8221;. Vamos de encontro a elas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-1854" href="http://www.chrisbicalho.com.br/gira-mundo/turk/"><img class="size-large wp-image-1854 aligncenter" title="turk" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/turk-500x274.jpg" alt="" width="500" height="274" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1848" href="http://www.chrisbicalho.com.br/gira-mundo/uzb1/"><img class="size-full wp-image-1848 aligncenter" title="uzb1" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/uzb1.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Que tal embarcar num private jet com sua turma para uma super trip com escalas em cidades que companhia aérea nunca “pisou”? A bordo de um Boeing 757 com capacidade para 74 passageiros, você vai da Albânia ao Laos, passando pelas ex-repúblicas soviéticas (aquele monte de “ão” de pronúncia fora de questão, tipo Cazaquistão, Tadjiquistão, Uzbequistão,Turcomenistão, Azerbaijão, Zé Simão&#8230;), parando em vilarejos esquecidos pelo tempo, alguns perdidos na maré da globalização e todos eles, garanto, com um qualquer-coisa-que-se-sinta na alma.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-1850" href="http://www.chrisbicalho.com.br/gira-mundo/camboja/"><img class="size-large wp-image-1850 aligncenter" title="camboja" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/camboja-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1851" href="http://www.chrisbicalho.com.br/gira-mundo/laos/"><img class="size-large wp-image-1851 aligncenter" title="laos" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/laos-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No plan de voyage, ruínas macedônias e armênias, pitadas de islamismo em plena Rússia asiática + doses cavalares de zen budismo no Himalaia e na Indochina. Tem Butão, Nepal, Tibet, Laos e Camboja. Exótico? Imagina, é quase orgástico. Enquanto escrevo, faço de cabeça uma listinha com os 74 eleitos que levaria comigo nessa história quase irreal a precinho surreal: a coisa toda não sai por menos de 60 mil dólares por pessoa, incluindo aí hospedagem nos melhores hotéis de cada parada. Valor esse que me faz voltar a colocar os pés no chão. Mas é bom sonhar alto. Vai que se realiza?</p>
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		<title>O PRÓXIMO PASSO</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[fashion]]></category>
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		<category><![CDATA[Philippe Zorzetto]]></category>
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Louboutin e Pierre Hardy a gente já viu muito por aí, talvez por isso seja a hora de buscar novos, como dizer, horizontes. Não que precisemos aposentar nossos adorados solados rouge pecatto, longe disso. Mas alterná-los com outras maravilhas pode ser uma boa ideia. Febre na Europa que não tarda a chegar nos pés mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2011/01/PhilippeZorzetto.jpg"><img class="size-large wp-image-2760 aligncenter" title="PhilippeZorzetto" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2011/01/PhilippeZorzetto-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Louboutin e Pierre Hardy a gente já viu muito por aí, talvez por isso seja a hora de buscar novos, como dizer, horizontes. Não que precisemos aposentar nossos adorados solados rouge pecatto, longe disso. Mas alterná-los com outras maravilhas pode ser uma boa ideia. Febre na Europa que não tarda a chegar nos pés mais apressados do circuito os sapatos de <strong>Philippe Zorzetto </strong>e da <strong>T&amp;F Slack Shoemakers</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2011/01/PhilippeZorzetto2.jpg"><img class="size-full wp-image-2761 aligncenter" title="PhilippeZorzetto2" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2011/01/PhilippeZorzetto2.jpg" alt="" width="500" height="667" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Philippe é de Paris, nascido em Carcassonne – reduto dos maiores artesãos de couro da França, terra natal da turma Goyard. As coleções são todas feitas à mão. Saltos altos demais estão fora de cogitação, Zorzetto cria para mulheres que pisam na contramão da moda. Suas botas e sapatos são flats, sem maiores intervenções. Papo reto mesmo, básico e simples. Tudo lindo de morrer. Inclusive para homens – as botas de cano médio são must have, preferidas da ala cool de Hollywood. Adrien Brody tem, Johnny Depp também. A loja fica no Marais, no 106 da rue Vieille du Temple.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2011/01/TF-Slack-Shoemakers.jpg"><img class="size-full wp-image-2759 aligncenter" title="T&amp;F Slack Shoemakers" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2011/01/TF-Slack-Shoemakers.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A outra marca, veeery british, é assinada pela dupla Tim e Fiona, que desde os anos 70 cria maravilhas exclusivas para os <strong>Stones</strong> e ídolos remanescentes da era punk. Mas só agora entrou de sola nas ruas das grandes cidades. Sucesso em Londres de outros tempos que caiu na estrada nesta temporada rumo a Nova York, Berlim, Tóquio&#8230; E o que eles têm que os outros não têm? Harmonia entre o conceitual e o comercial, equilíbrio entre o inventivo e o acertivo. Clássicos instantâneos e irresistíveis. À venda nas melhores department stores. Olho na seleção divina feita pela <strong>Liberty</strong>.</p>
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		<title>SONHOS DE CONSUMO</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
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Abra os olhos e a carteira porque tem nova meca de consumo no circuito. Esqueça Paris,  forget Londres e Nova York, ciao Milão. Os ventos do pós-luxo sopram para o norte, onde custo-benefício é tendência há séculos, less is more é religião e a praticidade anda a serviço da humanidade desde a invenção da roda. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/2010/08/cope00.png"></a><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope0.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-1678" title="cope0" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope0-500x394.jpg" alt="" width="500" height="393" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abra os olhos e a carteira porque tem nova meca de consumo no circuito. Esqueça Paris,  forget Londres e Nova York, ciao Milão. Os ventos do pós-luxo sopram para o norte, onde custo-benefício é tendência há séculos, less is more é religião e a praticidade anda a serviço da humanidade desde a invenção da roda. O destino é Copenhagen, a mais stylish e cutting-edge das capitais europeias.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope0000.jpg"><img class="size-large wp-image-1682 aligncenter" title="cope0000" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope0000-500x234.jpg" alt="" width="500" height="234" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lá, como em nenhum outro lugar, Deus e o design estão nas pequenas coisas, de um simples pacotinho de batata frita a mais confortável das poltronas, criadas por algum talento recém-achado na Stroget. E é isso que atrai, além do povo mais easygoing (e lindo, embora seja de uma homogeneidade curiosa, parece feitos em série) que se tem notícia e uma vida outdoors contagiante –  de junho a agosto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope000.jpg"><img class="size-full wp-image-1676 aligncenter" title="cope000" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope000.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto a favor: a gastronomia nórdica está nas cabeças (e nas bocas) da turma gourmet. Recentemente, o restaurante Noma, do chef René Redzepi, foi eleito o melhor do mundo pela crítica internacional. Mas não se prenda e ele, pois qualquer portinha nas cercanias serve excelente comida, leve e saudável, inventiva e longe do lugar comum. E foi essa a receita que chamou pra perto gente boa, gente nova, gente atenta e ávida por novidades que viaja o mundo atrás de um veneno antimonotonia. Encontraram em Copenhagen o antídoto para driblar a mesmice que tomou o mundo de assalto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Aqui, algumas dicas infalíveis para você se apaixonar de vez pelo danish way of life</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope1.jpg"><img class="size-full wp-image-1679 aligncenter" title="cope1" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope1.jpg" alt="" width="501" height="717" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">One-stop design shopping: Illums Bolighus (<a href="http://www.illumsbolighus.com/" target="_blank">illumsbolighus.com</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Paraíso do mobiliário dinamarquês, com peças de Arne Jacobsen e Georg Jensen + designers (ainda) não conhecidos pelo grande público. Destaque para as coat hangers da Morfo, as cerâmicas de Louise Campbell e os utensílios para cozinha da Skagerak.</p>
<p style="text-align: justify;">High fashion: Paris Texas (<a href="http://paristexas.dk/" target="_blank">paristexas.dk</a>) e Rue Verte (<a href="http://www.rueverte.dk/" target="_blank">rueverte.dk</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Não, você não vai a Copenhagen para comprar Lanvin e McQueen, certo? Mas fuçar um bocadinho as boutiques da Stroget, a rua principal, é uma delícia. Ainda mais porque o gosto das dinamarquesas é beeem diferente do nosso – elas gostam de proporções mais secas e cores sóbrias, por isso não se espante em encontrar maravilhas perdidas de Helmut Lang (ainda tem!), Commes des Garçons, Alexander Wang e Chrissie Morris nas araras da Paris Texas e da Rue Vert.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/2010/08/cope4.jpg"><img title="cope4" src="../wp-content/uploads/2010/08/cope4-500x250.jpg" alt="" width="501" height="250" /></a><a href="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cope4.jpg"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;">Danish gourmets: Kransekagehuset Summerbird (<a href="http://www.kransekagehuset.net/" target="_blank">kransekaghuset.net</a>) e Noma (noma.dk)</p>
<p style="text-align: justify;">Toda cidade tem a sua patisserie. Assim como Paris tem a Pierre Hermé, Copenhagen tem a Kranseka&#8230; enfim, essa deliciosa lojinha de nome impronunciável e visitinha indispensável. Prove tudo, principalmente as “bolinhas de neve” feitas de chocolate e marzipan. Bem, sobre o Noma já falamos aqui. Sobre a mesa, iguarias inesperadas regionais, como o boi almiscarado da Groenlândia, seiva de bétulas dinamarquesas (que só florescem 20 dias por ano) e lagostins das Ilhas Faro. Tudo servido à moda nórdica, em porções sob medida para uma experiência gourmet minimalista.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Utensílios para tabletop: Anne Black (<a href="http://www.anneblack.com/" target="_blank">anneblack.com</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Anne Black é das mais sofisticadas designers da cidade e suas cerâmicas traduzem o real espírito danish: formas simples, ideias úteis e uma pitadinha de humor aqui e acolá. Lindas de morrer as canecas e rings para prender guardanapo. Ótimos presentes para você e para a amiga super cool que acabou de casar.</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>AVE MEX</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[nightlife & restos]]></category>
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		<description><![CDATA[
Depois de declarar amor quase incondicional aos sabores do Oriente, de fazer do thai e da chinese food seu arroz com feijão, os londrinos agora flertam com a cozinha mexicana. Mas nada de burritos ou minutas tex-mex, que fique claro. Estamos falando de alta gastronomia regional, com ingredientes simples e misturas elaboradíssimas.
Expoente da buena onda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4180" href="http://www.chrisbicalho.com.br/ave-mex/boho-1/"><img title="boho 1" src="../wp-content/uploads/2010/03/boho-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de declarar amor quase incondicional aos sabores do Oriente, de fazer do thai e da chinese food seu arroz com feijão, os londrinos agora flertam com a cozinha mexicana. Mas nada de burritos ou minutas tex-mex, que fique claro. Estamos falando de alta gastronomia regional, com ingredientes simples e misturas elaboradíssimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Expoente da buena onda é o restaurante <strong>Boho Mexica</strong>, recém-inaugurado na vizinhança descolex de Shoreditch, em Spitalfields. Apreciadores de pratos apimentados como nenhum outro, os ingleses babam com as invencionices de tia Patty, chef importada da sugestiva cidade de Tabasco e que prepara os melhores antojitos que se tem notícia.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4181" href="http://www.chrisbicalho.com.br/ave-mex/boho-2/"><img class="size-full wp-image-4181 aligncenter" title="boho 2" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2010/03/boho-2.jpg" alt="" width="500" height="309" /></a></p>
<p>No menu, claro, pratos a base de milho, feijão e pimentas lacrimejantes que temperam peixes e carnes servidos à moda caudilla, em pequenas porções – chame de tapas, se preferir. Para não fugir à regra, bartenders chacoalham suas coqueteleiras para servir ótimas margaritas e drinks feitos com tequila. Arriba. Vai lá! 151-153 Commercial Street, fone + 44  20 7377 8418 (www.bohomexica.co.uk)</p>
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		<title>PLAYAS DE CENTRAL</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bay Islands]]></category>
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		<description><![CDATA[
Nesse verão, que tal fazermos algo de diferente e tomar nossos bons drinks em outra praia, longe do lugar-comum para não entrar no senso comum? Nada contra as princesinhas do mar Punta, Trancoso, Búzios e St.Barths, mas sugiro virarmos o timão em outra direção, menos high end e mais low profile.

Terra à vista, mar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4171" href="http://www.chrisbicalho.com.br/playas-de-central/playa-8/"><img class="alignnone size-large wp-image-4171" title="playa 8" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/playa-8-500x500.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse verão, que tal fazermos algo de diferente e tomar nossos bons drinks em outra praia, longe do lugar-comum para não entrar no senso comum? Nada contra as princesinhas do mar Punta, Trancoso, Búzios e St.Barths, mas sugiro virarmos o timão em outra direção, menos high end e mais low profile.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4170" href="http://www.chrisbicalho.com.br/playas-de-central/playa-7/"><img class="size-full wp-image-4170 aligncenter" title="playa 7" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/playa-7.jpeg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Terra à vista, mar a perder de vista, visual de capa de revista. Bienvenidos ao lado caribenho da América Central, pico tão pouco visitado por nós, brasileiros, e que merece demais um minuto da nossa atenção. E sabe por que?  A vida por lá segue calma, mas sempre há um barulhinho bom por perto quando a ideia é aumentar o ritmo – afinal, corre ali sangue espanhol e, você sabe, onde se fala espanhol se baila até o sol nascer.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tempo e espaço para silêncio, para mergulhar a sós, surfar, para não ver ninguém e para ser visto também. Tem para mim, para você, para crianças e casais apaixonados. Sim, hay para todos! Quer saber onde? Andale, andale, antes que os piratas cheguem. Aviso: a vibe por aqui é roots, ok?</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4163" href="http://www.chrisbicalho.com.br/playas-de-central/playa-1/"><img class="size-large wp-image-4163 aligncenter" title="playa 1" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/playa-1-500x335.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>Onde: <strong>Bocas del Toro</strong>, Panamá. Hot spot: ilhas de Bastimentos e Carenero. O que fazer: surf.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4168" href="http://www.chrisbicalho.com.br/playas-de-central/playa-6/"><img class="size-full wp-image-4168 aligncenter" title="playa 6" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/playa-6.gif" alt="" width="500" height="377" /></a></p>
<p>Onde: <strong>Puerto Viejo de Talamanca</strong>, Costa Rica. Hot spot: Punta Uva. O que fazer: surf e mergulho.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4165" href="http://www.chrisbicalho.com.br/playas-de-central/playa-3/"><img class="alignnone size-large wp-image-4165" title="playa 3" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/playa-3-500x374.jpg" alt="" width="500" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Onde: <strong>Bay Islands</strong>, Honduras. Hot spot: ilhas de Útila e Guanaja. O que fazer: snorkel e stand up.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4169" href="http://www.chrisbicalho.com.br/playas-de-central/playa-6-2/"><img class="alignnone size-full wp-image-4169" title="playa 6" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/playa-6.jpeg" alt="" width="500" height="389" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Onde: <strong>Islas del Maíz</strong>, Nicarágua. Hot spot: ilha de Little Corn. O que fazer: nadar e comer os melhores frutos do mar da região. O festival de caranguejo é programa obrigatório.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>BATERIA ANTIAÉREA</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[nightlife & restos]]></category>
		<category><![CDATA[Bobby’s Van Steakhouse]]></category>
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		<description><![CDATA[
Se para você comida de avião está fora de cogitação – sim, o pessoal do catering não tem caprichado muito, é verdade – que tal resolver o problema ainda com os pés no chão? Enquanto a tripulação de terra já não prepara maravilhas na cozinha como antigamente, aeroportos do mundo inteiro (menos os nossos, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4145" href="http://www.chrisbicalho.com.br/bateria-antiaerea/food-1/"><img class="alignnone size-large wp-image-4145" title="food 1" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/food-1-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se para você comida de avião está fora de cogitação – sim, o pessoal do catering não tem caprichado muito, é verdade – que tal resolver o problema ainda com os pés no chão? Enquanto a tripulação de terra já não prepara maravilhas na cozinha como antigamente, aeroportos do mundo inteiro (menos os nossos, mas isso é uma outra história) vem caprichando cada vez mais nas opções gastronômicas em suas salas de embarque.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4147" href="http://www.chrisbicalho.com.br/bateria-antiaerea/food-3/"><img class="alignnone size-full wp-image-4147" title="food 3" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/food-3.jpeg" alt="" width="500" height="331" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O fast food deu lugar a ótimos restaurantes, os cardápios saíram do lugar comum e embarcaram numa viagem gourmet first class a preços até que bem econômicos. De Nova York a Hong Kong, com escalas nos super hubs da Europa, ótimas sugestões para comer bem, leve, sem correr o risco de passar mal em altura de cruzeiro. E que vá pelos ares aquele franguinho com legumes temperado à moda hospitalar. As dicas são de Eric Ripert, chef do superbe Le Bernardin, de Manhattan.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4157" href="http://www.chrisbicalho.com.br/bateria-antiaerea/food-8/"><img class="alignnone size-large wp-image-4157" title="food 8" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/food-8-500x373.jpg" alt="" width="500" height="373" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Crust</strong></p>
<p style="text-align: left;">Onde: Terminal da Delta Airlines – aeroporto de La Guardia, Nova York</p>
<p style="text-align: left;">Best bit: as pizzas crocantes, de massa fininha, e excelentes vinhos by the glass.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4146" href="http://www.chrisbicalho.com.br/bateria-antiaerea/food-2/"><img class="alignnone size-full wp-image-4146" title="food 2" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/food-2.jpeg" alt="" width="494" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bobby’s Van Steakhouse</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde: Terminal da American Airlines – aeroporto JFK, Nova York</p>
<p style="text-align: justify;">Best bit: carne, carne e carne. Vermelha, sim, mas super magras. Saladinha para acompanhar.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4151" href="http://www.chrisbicalho.com.br/bateria-antiaerea/food-7/"><img class="alignnone size-full wp-image-4151" title="food 7" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/food-7.jpeg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>La Carreta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde: Aeroporto de Miami</p>
<p style="text-align: justify;">Best bit: yucas fritas com alho e tomilho. Yucas são primas da mandioca, nascidas e criadas em Cuba. Um clássico da cozinha da terra de Fidel.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4149" href="http://www.chrisbicalho.com.br/bateria-antiaerea/food-5/"><img class="alignnone size-full wp-image-4149" title="food 5" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/food-5.jpeg" alt="" width="500" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caviar House &amp; Prunier</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde: Aeroporto de Gatwick, Londres</p>
<p style="text-align: justify;">Best bit: ostras e gravlax. Com vodka. Ou as incríveis opções de embutidos espanhóis.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4150" href="http://www.chrisbicalho.com.br/bateria-antiaerea/food-6/"><img class="size-full wp-image-4150 aligncenter" title="food 6" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/food-6.jpeg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pak Lok Chiu</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde: Aeroporto de Hong Kong</p>
<p style="text-align: justify;">Best bit: caranguejo com chili ou pato à moda pequinesa.</p>
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		<title>TOSCANA, QUESTÃO DE TEMPO</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[escape]]></category>
		<category><![CDATA[Chianti]]></category>
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		<category><![CDATA[Toscana]]></category>
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		<description><![CDATA[
Todos os caminhos levam a Roma – e metade deles passa pela Toscana. É cada estradinha que corta o pedaço&#8230; fácil de se perder e se deixar levar pelo calor da hora.  Andare via pela estrada afora, nem um minuto a mais naquela cidade que damos por visto em uma tarde &#8211; pode parecer eternidade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4136" href="http://www.chrisbicalho.com.br/toscana-questao-de-tempo/toscana_nivel_avancado_2/"><img class="alignnone size-large wp-image-4136" title="Toscana_nivel_avançado_2" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Toscana_nivel_avançado_2-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os caminhos levam a Roma – e metade deles passa pela Toscana. É cada estradinha que corta o pedaço&#8230; fácil de se perder e se deixar levar pelo calor da hora.  Andare via pela estrada afora, nem um minuto a mais naquela cidade que damos por visto em uma tarde &#8211; pode parecer eternidade. Timing é tudo na vida, certo? Planejamos um roteiro na medida para você não perder seu precioso tempo com o que não importa. Andiamo via!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4135" href="http://www.chrisbicalho.com.br/toscana-questao-de-tempo/toscana-3/"><img class="alignnone size-full wp-image-4135" title="Toscana 3" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Toscana-3.jpg" alt="" width="500" height="312" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E mais: traçamos dia, hora, local e razão para fazer valer ao máximo sua temporada em solo toscano: villas, vinícolas, castelos, montes e igrejas. A partir de Firenze, com posto avançado em Siena, nosso passo a passo de como chegar, até quando ficar, comer e beber, comprar, o que ver e onde comer. Times is money. Ah, sim, pé na estrada sempre pela manhã. Para aproveitar o dia, a luz, a vida&#8230; São 390  quilômetros de estrada no total, bem divididos em uma semana para você ir parando de villa em villa, vinícolas, castelos, montes e igrejas. Demais!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4126" href="http://www.chrisbicalho.com.br/toscana-questao-de-tempo/monteriggioni-2/"><img class="alignnone size-large wp-image-4126" title="Monteriggioni 2" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Monteriggioni-2-500x330.jpg" alt="" width="500" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4127" href="http://www.chrisbicalho.com.br/toscana-questao-de-tempo/monteriggioni/"><img class="alignnone size-large wp-image-4127" title="Monteriggioni" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Monteriggioni-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>ROTA 1: Firenze – San Gimignano – Volterra – Monteriggioni – Siena. Percurso total: 144 quilômetros</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>San Gimignano </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que ver: o centro histórico, medieval total, com suas torres do século 16. Cenário do delicioso “Chá com Mussolini”, de Franco Zeffireli.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo na cidade: duas horinhas e pronto. Aperte os cintos e seguimos viagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Volterra</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que ver: antes de qualquer coisa, a vista em si. Do alto do Vale Cecina tem-se o mais incrível panorama da Toscana, com seus vilarejos etruscos e romanos + influências renascentistas por todos os lados. Imperdível uma visita à Pinacoteca e ao Museu de Arte Sacra.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo: duas horas + almoço sem pressa. Onde comer: Sala Dioniso. Cozinha toscana. Só orgânicos! (Via Porta all&#8217;Arco 19; fone +39 0588 81531). Para espresso + gelatto de sobremesa: L’Incontro (Via Matteotti 18; fone +39 0588 80500).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Monteriggioni </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com menos de oito mil habitantes, Monteriggioni passaria despercebida, não fosse o fato de ser totalmente fortificada até hoje. No alto de uma montanha, ao norte de Siena, o vilarejo ainda conserva as fortificações construídas no século XIII e descritas por Dante Alighieri em sua “Divina Comédia”.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo: uma hora.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4133" href="http://www.chrisbicalho.com.br/toscana-questao-de-tempo/siena/"><img class="alignnone size-large wp-image-4133" title="siena" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/siena-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>ROTA 2: Siena – Montalcino – Pienza – Montepulciano – Siena. Percurso total: 147 quilômetros</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Montalcino </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que ver: aquela ideia de Toscana que povoa nosso imaginário, sabe? Casinhas terracota, de tijolos, campos com fenos redondos, ciprestes margeando as estradas e, sim, vinícolas. Muitas delas! Todas no alto das colinas, de onde se tem incrível panorama dos vinhedos de Asso, Arbia e Ombrone. In loco, obrigatório degustar safras vencedoras de Brunello e Rosso di Montalcino. Se você estiver no volante, esqueça. Deixe para beber quando voltar a Siena. E antes de ir embora, visite a abadia de Sant’Antimo, construída no século 9 e joia maior do estilo romanesco.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo: a tarde toda. Almoce por lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde comer: Taverna dei Barbi. Típico restaurante com pratos elaborados só com produtos da fazenda dos donos. Fresquíssimo, tudo delicioso (Localita Podernovi 170; fone + 39 0577 841 111). Para degustação de vinhos: Enoteca La Fortezza. Para acompanhar seu Brunello, experimente o salame de javali e o pecorino feito ali mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não der tempo de visitar todos os vinhedos da região, procure pelos rótulos aqui que eles as enviam para o seu hotel (Piazzale Fortezza; fone +39 0577 849 211).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pienza </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que ver: a praça principal e o Duomo do vilarejo. Projetada a pedido do Papa Pio II, em 1460, sem dúvida uma das mais lindas construções renascentistas da Itália.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo na cidade: duas horas. Antes de partir, paradinha obrigatória na Osteria Sette di Vino para experimentar um sem-fim de variações do queijo pecorino. (Piazza di Spagna; fone +39 0578 749 092. Não abre as quartas)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Montepulciano </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que ver: as centenas de palazzo renascentistas e as igrejas da Piazza Grande e, ecco!, as vinícolas da cidade. Não vá embora sem antes degustar o festejadíssimo Vino Nobile di Montepulciano.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4131" href="http://www.chrisbicalho.com.br/toscana-questao-de-tempo/pienza-4/"><img class="alignnone size-large wp-image-4131" title="Pienza 4" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Pienza-4-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4132" href="http://www.chrisbicalho.com.br/toscana-questao-de-tempo/san_gimignano/"><img class="alignnone size-large wp-image-4132" title="san_gimignano" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/san_gimignano-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">ROTA 3: Siena – Chianti – Firenze. Percurso total: 99 quilômetros</p>
<p style="text-align: justify;">O que ver: que tal retornar a Firenze pelo mais incrível roteiro de vinhos da Itália? As cidades que compreendem a Liga di Chianti guardam até hoje maravilhas da Idade Média, caminhos e túneis construídos no século 15 que levam aos vilarejos de Gaiole, Radda, Castellina e Greve. A estrada é um capítulo à parte, um vista de tirar o fôlego com vales repletos de videiras e oliveiras. As <em>fattorie</em> produtoras do Chianti geralmente estão abertas a visitação e vendas. Algumas oferecem até hospedagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Parada estratégica: Castellina in Chianti. Perca-se pela Via Ferruccio e, sem culpa, se jogue nas cantinas especializadas em presuntos, salames e queijos. Os pecorinos são o carro-chefe, palmas para o <em>pecorino al tartufo</em><em> </em>. A praça da igreja San Salvatore é a entrada de um dos pontos altos da cidade: a Via delle Volte, um túnel de pedra, entre os muros que protegem a cidade e o centro, onde há lojas, galerias e restaurantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto tempo: três horas + almoço. Onde comer: Antica Trattoria La Torre (Piazza Del Comune; fone +39 0577 740 236). Prove: ravioli de ricota fresca e espinafre com tartufo negro. Simples e reconfortante.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>FAIRPLAY</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[city]]></category>
		<category><![CDATA[Damien Hirst]]></category>
		<category><![CDATA[Diamond Jubilee]]></category>
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		<description><![CDATA[
OK, tickets sold out para os jogos mais importantes da Olimpíada e nenhum ingresso dando sopa para assistir à cerimônia de abertura, dia 27 de julho. No worries, mate, pois vamos mesmo assim! Amamos Londres anyway &#38; every day, e não vemos obstáculos na corrida até a cidade mais fairplay do mundo. Só de estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4104" href="http://www.chrisbicalho.com.br/fairplay/lon-1/"><img class="alignnone size-large wp-image-4104" title="lon 1" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lon-1-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">OK, tickets sold out para os jogos mais importantes da Olimpíada e nenhum ingresso dando sopa para assistir à cerimônia de abertura, dia 27 de julho. No worries, mate, pois vamos mesmo assim! Amamos Londres anyway &amp; every day, e não vemos obstáculos na corrida até a cidade mais fairplay do mundo. Só de estar lá durante a competição já vale uma medalha, afinal o schedule de atividades off-games está imbatível. São festas, expos, shows vibrando por todos os lados, de Greenwich a Stratford. Tem para todo mundo, nobres e plebeus, ateus e temerosos a Deus. A seguir três super programas que merecem um lugar no pódio. The winner takes it all&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4105" href="http://www.chrisbicalho.com.br/fairplay/lon-2/"><img class="alignnone size-full wp-image-4105" title="lon 2" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lon-2.jpeg" alt="" width="500" height="389" /></a></p>
<p>MEDALHA DE OURO:<strong> Damien Hirst</strong> na <strong>Tate Modern</strong>. Será a primeira grande retrospectiva da obra do artista inglês. Em cartaz, 20 anos de trabalhos que – quer queira, quer não – redesenharam a cena artsy internacional. Os highlights da expo: “The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living”, o grande tanque com tubarão submerso em formol, e a série “Pharmacy”, com cabinets e telas lotadas de remédios para dormir. Imperdível. De 4 de abril a 9 de setembro.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4106" href="http://www.chrisbicalho.com.br/fairplay/lon-3/"><img class="alignnone size-full wp-image-4106" title="lon 3" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lon-3.jpeg" alt="" width="500" height="354" /></a></p>
<p>MEDALHA DE PRATA:<strong> World Shakespeare Festival</strong>: a maior celebração mundial da obra do dramaturgo vai tomar as maiores salas de espetáculo de Londres de abril a novembro. Milhares de artistas de diferentes países levam para a capital inglesa suas versões para grandes clássicos de Shakespeare. Must see: “King Lear”, de 31 de agosto a 3 de novembro no Almeida Theatre.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4107" href="http://www.chrisbicalho.com.br/fairplay/lon-4/"><img class="alignnone size-large wp-image-4107" title="lon 4" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lon-4-500x313.jpg" alt="" width="500" height="313" /></a></p>
<p>MEDALHA DE BRONZE:<strong> Diamond Jubilee</strong>: os 60 anos de reinado de Rainha Elizabeth II serão comemorados este ano em grande estilo – e a exaustão. O calendário de eventos é maior que o cronograma de jogos na Olimpíada, sem exagero. Durante os meses de junho e julho, Londres vai ferver 24 horas por dia com festas, recepções, concertos, exposições&#8230; A programação (para a plebe) é informal, portanto tem que estar in loco para saber o que fazer e para onde ir.</p>
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		<title>PRA LÁ DE MARRAKECH</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[health & spirit]]></category>
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		<description><![CDATA[
Além da Medina existe um lugar. Um, não: dois. Que até pouco tempo atrás passavam longe do roteiro de viagem em solo marroquino. Acostumados ao exótique perfumado do souk e da praça Djemaa El Fna, os bons e velhos habituês da cidade vermelha resolveram ‘pular’ o muro e descobrir o que há de bom por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4092" href="http://www.chrisbicalho.com.br/pra-la-de-marrakech/marra-1/"><img title="marra 1" src="../wp-content/uploads/2012/01/marra-1.jpeg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Além da Medina existe um lugar. Um, não: dois. Que até pouco tempo atrás passavam longe do roteiro de viagem em solo marroquino. Acostumados ao exótique perfumado do souk e da praça Djemaa El Fna, os bons e velhos habituês da cidade vermelha resolveram ‘pular’ o muro e descobrir o que há de bom por trás da área fortificada.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontraram as pérolas de <strong>Hivernage</strong> e <strong>Route d’Amizmiz</strong>, distritos da nova Marrakech que hoje se orgulham de oferecer alguns dos melhores hotéis do Alto Atlas, mais low-key que os nababescos La Mamounia e Royal Monceau (nos domínios da cidade murada) e nem por isso menos capazes de nos proporcionar mil e uma noites de hospitalidade árabe comme Il faut. Foram tantas inaugurações de glittering hotels por lá que a região já foi batizada de Mayfair – numa franca alusão ao frenesi hoteleiro do bairro londrino.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4096" href="http://www.chrisbicalho.com.br/pra-la-de-marrakech/marra-5/"><img class="alignnone size-large wp-image-4096" title="marra 5" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/marra-5-500x400.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Portas recém-abertas, o <strong>Pearl </strong>(foto abaixo, com interior design de Jacques Garcia) e o <strong>Four Seasons</strong> (foto acima) já mudaram totalmente a cena de Hivernage, desde já destino #1 de nice guys, good girls e cool gays do mundo todo. Aquela liga que a gente conhece e adora&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4098" href="http://www.chrisbicalho.com.br/pra-la-de-marrakech/marra-7/"><img class="alignnone size-large wp-image-4098" title="marra 7" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/marra-7-500x374.jpg" alt="" width="500" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mais adiante, outra boa nova, a caminho do countryside magrebino. Route d’Amizmiz é reduto dos party-fatigue de Marrakech, da turma que resolveu tomar o rumo da montanha em busca de paz e sossego. A cena é quase bucólica, dèmi berbere, cenário perfeito para uma temporada relax.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4099" href="http://www.chrisbicalho.com.br/pra-la-de-marrakech/marra-8/"><img title="marra 8" src="../wp-content/uploads/2012/01/marra-8-500x175.jpg" alt="" width="500" height="175" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dica? A incrível infra do <strong>Sirayane</strong> (foto), mix de hotele spa, versão post-modern de kasbah, discretíssimo para quem pensa em relax antes de cogitar um botox. Por aqui, nada de agito. É para não ver e nem ser vista, ok? Para quem deseja mais pilates que quilates.</p>
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		<title>CONTOS DE AREIA</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 19:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Bicalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Namíbia]]></category>
		<category><![CDATA[Wolwedans]]></category>

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Nova terra à vista, destino capa de revista. Segredo da África a descobrir, Namíbia, a coqueluche (com perdão do termo em desuso) do momento. Hot spot # 1 da turma do eu-quero-sossego, que já não acha tããão selvagem assim a ideia de desbravar savanas e acompanhar safáris, o país entrou na rota por uma única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4072" href="http://www.chrisbicalho.com.br/contos-de-areia/volve-1/"><img class="alignnone size-full wp-image-4072" title="volve 1" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/volve-1.jpg" alt="" width="500" height="247" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nova terra à vista, destino capa de revista. Segredo da África a descobrir, Namíbia, a coqueluche (com perdão do termo em desuso) do momento. Hot spot # 1 da turma do eu-quero-sossego, que já não acha tããão selvagem assim a ideia de desbravar savanas e acompanhar safáris, o país entrou na rota por uma única e ótima razão: seu litoral árido, inexplorado, inóspito, com dunas gigantescas e cidades fantasma perdidas no areal que domina quase todo o território.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4076" href="http://www.chrisbicalho.com.br/contos-de-areia/volve-5/"><img class="size-large wp-image-4076 aligncenter" title="volve 5" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/volve-5-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4078" href="http://www.chrisbicalho.com.br/contos-de-areia/volve-7/"><img class="alignnone size-large wp-image-4078" title="volve 7" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/volve-7-500x166.jpg" alt="" width="500" height="166" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos, pois, explorar a ‘Costa do Esqueleto’, no Deserto do Namibe, a partir do Wolwedans, super Dune Lodge encravado na Reserva Natural de NamibRend. Um super hotel no meio do nada onde se pode ter e ver de tudo, aventura digna de Indiana Jones.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4074" href="http://www.chrisbicalho.com.br/contos-de-areia/volve-3/"><img class="alignnone size-large wp-image-4074" title="volve 3" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/volve-3-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4075" href="http://www.chrisbicalho.com.br/contos-de-areia/volve-4/"><img class="alignnone size-large wp-image-4075" title="volve 4" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/volve-4-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4077" href="http://www.chrisbicalho.com.br/contos-de-areia/volve-6/"><img class="alignnone size-large wp-image-4077" title="volve 6" src="http://www.chrisbicalho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/volve-6-500x352.jpg" alt="" width="500" height="352" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No menu, trekking e balonismo, voos de ultraleve e ralis pelas dunas. Indoors, a cena é de cinema também: há tendas (lembram bem aquelas do Serengeti, na Tanzânia) e villas para casais apaixonadíssimos e famílias enormes, distantes o suficiente para que os dois mundos (e moods!) jamais entrem em conflito. Tudo impecável, perfeito, na medida e no ponto: spa, academia, comidinhas superbe, butler 24 horas por dia e céu estrelado todas as noites. Para que o silêncio profundo do deserto entre sem bater em nossos sonhos.</p>
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